Cecília Vilas Boas

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

MAR DE ILUSÃO

Não sabes o que me causaste,
No cerco que me aprisionaste,
Prisioneiro desta paixão.
O estranho mundo que me deste,
Com este sentimento, que fizeste,
Brotar em meu coração.
Quão ingrato é o meu destino,
Ao deixares meus sentidos a pino,
Aguardando rever-te, com a mesma emoção,
De um singelo menino,
Que ao brincar com seu barco albino,
Navega neste imenso mar de ilusão!

Anderson Douglas

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