Não sabes o que me causaste, No cerco que me aprisionaste, Prisioneiro desta paixão. O estranho mundo que me deste, Com este sentimento, que fizeste, Brotar em meu coração. Quão ingrato é o meu destino, Ao deixares meus sentidos a pino, Aguardando rever-te, com a mesma emoção, De um singelo menino, Que ao brincar com seu barco albino, Navega neste imenso mar de ilusão! Anderson Douglas